Mostrando postagens com marcador crônicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crônicas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Marte X Vênus

Nunca tinha entendido por que as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes.
Nunca tinha entendido tudo isso de Marte e Vênus. E nunca tinha entendido por que
os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.
Uma noite, semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama. Bom, começamos a ficar à vontade, fazer carinhos, e nesse momento, ela fala:

"Acho que agora não quero, só quero que você me abrace".

Eu falei: "O QUEEEEEE??????"

Ela falou: "Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher".

Comecei a pensar onde podia ter falhado.
No final, assumi que naquela noite não ia rolar nada, virei e dormi.
No dia seguinte fomos a um grande hipermercado, com muitas lojas dentro dele.
Dei uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos. Como não podia decidir por um ou outro, falei para comprar os três.
Então ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem, a R$ 200,00 cada par. Respondi que tudo bem. Depois fomos à seção de joalheria, de onde saiu com uns brincos de diamantes. Estava tão emocionada!
Deveria estar pensando que fiquei louco, agora penso que estava me testando quando pediu também uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga.
Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim.
Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso; Vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz!
Quando ela falou: "Vamos passar no caixa para pagar" , tive dificuldade para me
segurar ao falar com ela:

"Não, meu bem, acho que agora não quero comprar tudo isso".

Ela ficou pálida. Ainda falei:

"Só quero que você me abrace".

No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:

"Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras como homem.."

Acredito que o sexo acabou para mim até o natal de 2008...

Luis Fernando Veríssimo

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Como as Mulheres Acabaram Dominando o Mundo.


Conversa entre pai e filho, por volta do ano de 2031 sobre como as mulheres dominaram o mundo.
- Foi assim que tudo aconteceu, meu filho...
Elas planejaram o negócio discretamente, para que não notássemos. Primeiro elas pediram igualdade entre os sexos. Os homens, bobos, nem deram muita bola para isso na ocasião. Parecia brincadeira.
Pouco a pouco, elas conquistaram cargos estratégicos: Diretoras de Orçamento, Empresárias, Chefes de Gabinete, Gerentes disso ou daquilo.
- E aí, papai?
- Ah, os homens foram muito ingênuos. Enquanto elas conversavam ao telefone durante horas a fio, eles pensavam que o assunto fosse telenovela. Triste engano. De fato, era a rebelião se expandindo nos inocentes intervalos comerciais. "Oi querida!", por exemplo, era a senha que identificava as líderes. "Celulite", eram as células que formavam a organização. Quando queriam se referir aos maridos, diziam "O regime".
- E vocês? Não perceberam nada?
- Ficávamos jogando futebol no clube, despreocupados. E o que é pior:
Continuávamos a ajudá-las quando pediam. Carregar malas no aeroporto, consertar torneiras, abrir potes de azeitona, ceder a vez nos naufrágios. Essas coisas de homem.
- Aí, veio o golpe mundial?!?
- Sim o golpe. O estopim foi o episódio Hillary-Mônica. Uma farsa. Tudo armado para desmoralizar o homem mais poderoso do mundo. Pegaram-no pelo ponto fraco, coitado. Já lhe contei, né? A esposa e a amante, que na TV posavam de rivais eram, no fundo, cúmplices de uma trama diabólica. Pobre Presidente...
- Como era mesmo o nome dele?
- William, acho. Tinha um apelido, mas esqueci... Desculpe, filho, já faz tanto tempo...
- Tudo bem, papai. Não tem importância. Continue...
- Naquela manhã a Casa Branca apareceu pintada de cor-de-rosa. Era o sinal que as mulheres do mundo inteiro aguardavam. A rebelião tinha sido vitoriosa! Então elas assumiram o poder em todo o planeta. Aquela torre do relógio em Londres chamava-se Big-Ben, e não Big-Betty, como agora... Só os homens disputavam a Copa do Mundo, sabia? Dia de desfile de moda não era feriado. Essa Secretária Geral da ONU era uma simples cantora. Depois trocou o nome, de Madonna para Mandona...
- Pai, conta mais...
- Bem filho... O resto você já sabe.
Instituíram o Robô "Troca-Pneu" como equipamento obrigatório de todos os carros...
A Lei do Já-Prá-Casa, proibindo os homens de tomar cerveja depois do trabalho...
E, é claro, a famigerada semana da TPM, uma vez por mês...
- TPM???
- Sim, TPM... A Temporada Provável de Mísseis... E quando elas ficam irritadíssimas e o mundo corre perigo de confronto nuclear...
- Sinto um frio na barriga só de pensar, pai...
- Sssshhh! Escutei barulho de carro chegando. Disfarça e continua picando essas batatas...

Luís Fernando Veríssimo.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Testemunho de um Biólogo -Ponto G.

Tópico: Sistema Reprodutor Feminino.

Docente: Jackson (Biólogo, Belém-PA).

Chega bilhetinho pro professor: “Professor, onde está localizado o Ponto G?”

Jackson ri. E começa**:

“Bom, existe um órgão chamado clitóris que é rico em terminações nervosas, algo perto de 800. Se você seguir a direção dos filamentos nervosos que partem do clitóris, então você pode dizer que essa é uma área bastante erógena, e como foi descoberta por um sexólogo, um tal de G...alguma coisa, ela recebeu o nome de Ponto G. Isso foi apenas biologicamente e anatomicamente falando. Mas vocês acham que o famoso Ponto G é, realmente, o mesmo em todas as mulheres?Pensem:
Vocês, homens adolescentes, ainda não sabem como proporcionar prazer a uma mulher. Isso porque a excitação de vocês é puramente física, é ou não? Meninos, digam lá: vocês encostam na parede e já ficam excitados! Pras meninas é mais difícil. Penetração é algo erógeno para os homens, para as mulheres...chocolate! Isso tudo devido à serotonina, hormônio que estimula o prazer e relaxamento. Então, antes de mais nada, o Ponto G é algo também ligado ao bem estar da mulher, em diversos aspectos, não só sexualmente falando! E tenho que dizer a vocês que mulheres e homens são TOTALMENTE diferentes!
Você não tem que chegar na sua namorada e dizer: ‘bora pra um motel?’

Não! É algo muito seco, e como a primeira coisas que elas reparam é na sua etiqueta, provavelmente não vão gostar. Deixe o seu prazer um pouco de lado, e pensem um pouco no prazer delas. Leve-a pra passear no shopping. Mulheres a-do-ram comprar, e isso é sim algo que causa prazer nelas! (nesse momento, a turma já estava mais que vidrada no assunto) Depois, vão jantar, conversar, sair para visitar a cidade...coisas que as mulheres gostariam mesmo de fazer! Depois, quando o clima estiver pronto, vão se divertir no motel. Homem não é assim...homem não tem paciência pra essas coisas! Homem não se prende a detalhes, e isso é uma coisa genética, é da nossa natureza nascer assim! Agora, morrer assim, é uma escolha nossa. Isso porque, apesar de sermos diferentes, é totalmente possível que homens e mulheres possam conviver. Basta você ceder um pouco! E você deve ceder, porque as mulheres dificilmente cedem! E, mesmo que elas venham a assumir a culpa de algum erro, saiba que ainda assim 50% dele será seu! Não importa que estejam como testemunhas o papa, o presidente e a ONU, não importa! Então aprenda a lidar, porque se você bancar o inflexível, saiba que daqui a algumas semanas estará sem essa mulher!

No começo do meu casamento, sempre que minha mulher me chamava pra ir ao shopping, eu sempre dizia que não. E ela ficava lá, andando sozinha. Mulher não pode ver nenhuma palavra terminada em –ção. Promoção, Liquidação, Casa da Construção, tchum! Elas já querem comprar! Experimentem fazer o seguinte: abandonem um homem na porta do shopping,e digam para ele subir e comprar um sanduíche. 10 minutos depois ele vai voltar com o sanduíche na mão. Agora experimente fazer o mesmo com uma mulher! Ela voltará 4horas depois, cheia de sacolas na mão, e ainda vai te perguntar: ‘o que era pra eu comprar mesmo?’.

Quando minha mulher pedia dinheiro pra ir ao salão de beleza, eu achava que isso era um gasto absurdamente desnecessário! Mas nem me tocava que não pensava o mesmo sobre o dinheiro que eu gastava para ir ao estádio de futebol...Conseguia pensar na minha diversão como investimento, mas não na dela! Então, sempre no começo do mês, quando eu recebo meu salário, chego em casa e falo: ‘amor, você não quer ir ao salão hoje?’ Nossa, os olhinhos dela brilham, junto com aquela sirene que dispara no cérebro dela, dizendo: ‘ponto G, ponto G, ponto G’! Então ela pergunta: ‘mas...e quem vai ficar com a Laurinha?’ E eu digo: ‘pode deixar, amor, eu fico com ela até você voltar.’ Faço tudo isso, esse enorme sacrifício para a natureza masculina, para proporcionar felicidade para a minha mulher.

As brigas também são muito comuns. Não sei se já contei pra vocês onde acontecem mais brigas entre um casal. Pois bem, é no supermercado! Isso porque, de novo, homens não se prendem a detalhes. Outro dia, minha mulher pediu pra que eu fosse buscar papel higiênico. Eu fui, e trouxe qual? O mais barato, até porque pra mim papel higiênico só tem uma utilidade. Mas ela não quis saber. Insistiu que queria um papel alaranjado, perfumado e com vitamina E! Na hora fiquei pensando, como biólogo que sou, se a vitamina iria passar do papel pra minha bunda! E então foi mais uma briga...

Saibam, também, que as mulheres tem duas coisas escritas no coração. Duas frases de impacto, e sempre muito usadas. Uma é: ‘Porque tu estás gritando?’. A outra, é a resposta para a sua próxima fala, que será ‘eu não estou gritando...’. Ela vai ter uma coisa pra te dizer: ‘Ignorante! hunf’.

Espero que vocês entendam que, apesar de esse não ser um tópico típico de vestibular, ele é algo necessário pras nossas vidas. Não é algo que se aprenda em casa, com os pais, até porque costuma ser assunto de tabu. Mas saibam valorizar uma mulher, e respeitar as diferenças. Eu ainda tenho muito a aprender, mas espero ter, de alguma forma, contribuído para a formação de vocês.

Por hoje.”.

*aplausos, aplausos, aplausos*.

**Texto adaptado por G.D. do discurso dessa aula que assisti (:

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Ouçam o Veríssimo;

Mulheres
Luís Fernando Veríssimo

Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido. Alguém duvida de que ele exista? E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você? E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento? E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece? O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido. Vai que você pisa numa poça..." Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus! Assim é muito fácil...
As mulheres são mães! E preparam, literalmente, gente dentro de si. Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal? (...)

As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens.
É choro feminino. É choro de mulher.

Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar. Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar. E apontam uma terceira pessoa com outro olhar. Quantos tipos de olhar existem? Elas conhecem todos...

Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens! E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
EN-FEI-TI-ÇAM !
E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas? Para estudar os homens, é claro! Embora algumas disfarcem e estudem Exatas... Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim. O amor as leva para perto d'Ele, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor. E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.

Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos. E levitam. Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento que os faz dormir nessa hora.

Ouçam, porque ele sabe das coisas.
u.u

domingo, 30 de agosto de 2009

Revelamos a origem da demora das mulheres no banheiro, numa tocante história contada por uma mulher.

O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía:

“Nunca, nunca sente em um banheiro público”

E, em seguida, mostrava “a posição”, que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo não entre em contato com o vaso. “A Posição” é uma das primeiras lições de vida de uma menina, e irá nos acompanhar para sempre. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, “a posição” é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.

Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila enorme de mulheres. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de “estou me mijando”.

Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.
Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas.
Todos estão ocupados.

Finalmente, um se abre. Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa… você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço e é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro.
Mas, voltando à porta…

Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha e se coloca “na posição”.
Alívio…… AAhhhhhh…..finalmente…
Aí é quando os teus músculos começam a tremer ….

Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça “jamais sente em um banheiro público!!!” e, assim, você mantém “a posição” com o tremor nas pernas…

Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, puuuuta que o pariuuuu….! O rolo está vazio…! (sempre)
Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção…
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!

Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, as mulheres nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são nestes casos e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas… Afinal você está exausta. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!…

Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira, você a toca até conseguir fazer sair um filete de água e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água… O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato ou a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com a bunda à mostra!
Nesse momento, você vê o teu carinha que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.

“Por que você demorou tanto?”
pergunta o idiota.
Você se limita a responder
“A fila estava enorme”

E esta é a razão porque as mulheres vão ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa, a outra a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter “a posição” e a dignidade.

Extraído (roubado mesmo) do
Testosterona